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    Neuroplasticidade e Medicamentos Psiquiátricos

    Sabemos que o Brasil é recordista mundial na prescrição de medicamentos ansiolíticos e anti-depressivos. Essas medicações atualmente são prescritas em larga escala e, na maioria das vezes, sem diagnóstico preciso e sem critérios. Detectam apenas sintomas como ansiedade e tristeza, e consequentemente, as indústrias farmacêuticas são as que mais lucram.

    O profissional de saúde mental mais atualizado entende que medicações devem ser sempre prescritas com cautela e junto com o encaminhamento do paciente para terapias adequadas, como psicoterapia e terapias complementares (meditação, reike, etc).

    As terapias complementares, ditas erroneamente como complementares, são essenciais no processo de cura do paciente. Porém, médicos convencionais, ou seja, não integrativos, além de não aceitarem, acabam menosprezando essas terapias tão importantes no processo de cura do indivíduo.

    Assim, na maioria das vezes, os pacientes tomam medicações sem fazer junto a terapia. E na prática clínica observamos que não há melhora substancial do quadro quando existe somente a medicação. Isso porque as medicações, principalmente nos transtornos depressivos e ou ansiosos, servem na maioria dos casos para POTENCIALIZAR a tal da NEUROPLASTICIDADE CEREBRAL. Porém, sem terapia, seja ela complementar ou psicoterapia, o paciente não apresenta melhora no seu processo de cura.

    Nosso cérebro funciona da seguinte maneira: cada situação, lugar, aprendizado, irá formar um chamado CIRCUITO NEURAL. Esse circuito é composto de várias sinapses causadas por diversos neurotransmissores em locais diferentes do cérebro. O caminho percorrido dessas sinapses forma o CIRCUITO NEURAL.

    Esse circuito é sempre repetido diante de outras situações, que podem ser semelhantes ou arremeter memórias similares, sendo elas olfativas, táteis, auditivas, ou seja, sensoriais. Este mesmo circuito neural mediante a esse processo, cria uma PROGRAMAÇÃO MENTAL, a qual é repetida diversas vezes durante a vida.

    O tratamento com terapias complementares, psicoterapia e medicações, quando são feitos concomitantes REPROGRAMAM o cérebro fazendo novas sinapses e criando novos CIRCUITOS NEURAIS, tornando-se importantíssimos para o processo de cura do individuo, no mesmo peso.

    Cada um com sua função: a psicoterapia fazendo o indivíduo pensar de outra maneira, colocar um novo olhar sobre as situações; as terapias complementares como técnicas de bem estar e relaxamento, auxiliando na síntese e na utilização de neurotransmissores como acetilcolina, serotonina, etc; e as medicações QUANDO necessárias entrando nesse processo como FACILITADORAS da neuroplasticidade cerebral.


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